ACCS - Associação Catarinense de Criadores de Suínos

Notícias


Alta da ração será modesta mesmo com as pressões sobre custos

A projeção é do Sindicato Nacional da Indústria de Alimentação Animal

14/10/2019 às 08h29


As exportações de milho estão em alta e da soja começam a melhorar, mas não será o encurtamento da oferta no mercado interno que empurrará os preços das rações. Não há risco de escassez de matéria-prima. A pressão das cotações em alta, do câmbio e inclusive da demanda das indústrias de rações, que nesta época vão mais forte às compras – em momento ainda alinhado à maior demanda dos produtores rurais -, certamente impactarão os valores.
 
No Sindicato Nacional da Indústria de Alimentação Animal (Sindirações) essa perspectiva é real, embora ainda não se tenha uma visão precisa do aumento tanto dos grãos quanto do produto final. Na Associação Catarinense dos Criadores de Suínos, o presidente Losivanio de Lorenzi considera que a majoração média das rações foi de 5%.
 
Mas Ariovaldo Zani, vice-presidente executivo do Sindirações, acredita que os números serão modestos, tanto pela dificuldade de repasse pelas indústrias quanto pela menor elasticidade da produção, “embora nossos custos de produção terem aumentado”.
 
A soja tem apostas para US$ 9,50 o bushel e o milho na casa de quase R$ 40 a saca, mesmo com uma produção recorde de praticamente 100 milhões de toneladas. A safra dos Estados Unidos também pesa na precificação neste momento, em que o a soja no Brasil está sendo plantada e o milho safrinha (de inverno) está sendo comercializado.
 
“Apesar do final de ano representar um ganho no consumo da população, há muita cautela e o consumidor não está aceitando os repasses”, avalia Zani. Apesar da força que as exportações, especialmente à China, vêm dando, o mercado interno ainda tem peso significativo, o que implica, de acordo com ele, que o preço do milho, da soja e do farelo de soja chega na porta da indústria pelas cotações internacionais, mas o preço de venda é feito domesticamente.
 
Em relação à questão da produção vis a vis consumo, o CEO do Sindirações mostra que o aumento do alojamento nas granjas e da intensificação da pecuária de corte e leiteira não vem se traduzindo em expansão da produção de rações. “Há 10 anos, projetamos no sindicato que em 2020 deveríamos produzir cerca de 83 milhões de toneladas, mas passaremos pouca coisa dos 70 milhões”, diz, acentuando que este também serão os números de 2019.
 
A genética das aves, suínos e bovinos melhorou muito, consomem menos (proporcionalmente por cabeça) porque convertem mais alimentos em ganho de peso.
 
As aves representam 40 milhões de toneladas das vendas das indústrias de rações e a suinocultura em torno de 17 milhões. Na bovinocultura, o grosso do market share é da leiteira, enquanto a de corte representa não mais de 2%.

Fonte: Money Times



SEJA O PRIMEIRO A COMENTAR


* Fique tranquilo que ele não será exibido junto ao comentário.







Veja Também









Parceiros

AGROCERES PIC - GENÉTICA DE SUÍNOS
(19) 3526-8580
EQUITTEC
(54) 3442-5666
DB GENÉTICA SUÍNA
34 3818 2500
G&S AGRO INFORMÁTICA
49 3566-4381
Sky Sollaris
(49) 3442-0072
(49) 99912-8000
AGROCOASC
(49) 3442-6158
TOPGEN
(43)3535-1432
COASC
49 3442 6158
49 8835 0275
MAGNANI - IMPLEMENTOS PARA SUINOCULTURA
49 3452 2266
PEROZIN INDÚSTRIA METALÚRGICA
(49) 3442-1466

Newsletter

Fique por dentro das novidades.

Novidades no Whatsapp